Entidade afirma estar em contato com autoridades de saúde e com a federação congolesa para garantir protocolos de segurança; ordem de órgão de saúde americano deve afetar torcedores
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O surto de Ebola que surgiu no leste da República Democrática do Congo já causou 134 mortes e resultou em 500 casos suspeitos até o momento. Segundo o diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), não existe vacina ou tratamento para a cepa responsável pelo vírus, o Bundibugyo, e a expectativa é que haja uma solução em dois meses.
Nesta semana, o CDC, o centro de controle de doenças dos EUA, já impôs restrições a viajantes que devem afetar torcedores da equipe congolesa de entrarem no país. A ordem tende a impedir o acesso de pessoas que estiveram na República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul nos últimos 21 dias.
A crise de saúde na República Democrática do Congo colocou a Fifa em alerta. A entidade se mostrou ciente do que vem acontecendo no país e está monitorando a situação junto da Federação de Futebol da República Democrática do Congo.
– A Fifa está ciente e monitorando a situação relativa ao surto de Ebola e mantém contato próximo com a Federação de Futebol da República Democrática do Congo para garantir que a equipe esteja ciente de todas as orientações médicas e de segurança. A Fifa continua trabalhando com os governos dos três países-sede da Copa do Mundo FIFA 2026, incluindo o Departamento de Estado dos EUA, o CDC e o Departamento de Segurança Interna, a Secretaria de Saúde do México e a Agência de Saúde Pública do Canadá, bem como com a Organização Mundial da Saúde, para garantir um torneio seguro, pois a saúde de todos os envolvidos continua sendo a prioridade da Fifa – afirmou entidade em comunicado enviado ao ge.
A participação da República Democrática do Congo na Copa do Mundo não está em risco no momento. A equipe está no Grupo K do torneio, junto de Colômbia, Portugal e Uzbequistão. A estreia é contra o time de Cristiano Ronaldo, no dia 17 de junho, em Houston.
